Eixos Temáticos

Orientam a organização e desenvolvimento das atividades do Fórum

Memória & Identidade

A Constituição Brasileira de 1988 determina em seu artigo 216 que o
patrimônio cultural brasileiro é formado “por bens de natureza material e
imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à
identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade
brasileira”.
Como apenas alguns bens considerados significativos desse conjunto
são protegidos por lei é fundamental entendermos as diretrizes e os critérios
que envolvem esse processo de seleção, a fim de compreender quais
identidades estão sendo representadas e por quem, sem perder de vista que a
falta de proteção por parte do Estado não quer dizer falta de patrimônio, muito
menos falta de memória, de identidade ou de cultura.
A questão é complexa, sendo o desafio deste Eixo é promover um
debate sobre os diversos sentidos de patrimônio e a importância do
reconhecimento de suas diferentes formas de manifestação e representação,
processo fundamental para o fortalecimento de noções como pertencimento,
cidadania e desenvolvimento, essenciais não só para uma melhor organização
das cidades, como também da própria sociedade.

Cultura & Renda 

Em 2017, por ocasião do lançamento do “Atlas Econômico da Cultura
Brasileira” pelo antigo Ministério da Cultura, o então ministro Roberto Freire
declarou no site do próprio Minc: “(...) em vez de se cortar recursos da Cultura
em um momento de crise, é importante fazer o contrário: investir em Cultura
para movimentar a economia e fazê-la crescer”.
O cenário não era de pandemia, mas a crise atual, muito mais grave,
torna a afirmação do ex-ministro ainda mais atual e pertinente. Matéria
publicada no jornal Folha de S. Paulo em 3 de abril de 2020, avalia que o
impacto do coronavírus na área de Cultura, que responde a 2,64% do PIB
brasileiro, poderia ultrapassar os R$100 bilhões. Apesar da aprovação em
junho deste ano pelo governo federal da Lei Aldir Blanc, é preciso desenhar
políticas públicas específicas para o setor, que em 2018 empregou 5,2 milhões de
pessoas, segundo dados do IBGE.
Diante da forte crise econômica decorrente da pandemia, o desafio
deste Eixo é aproveitar a janela de oportunidade que se abre neste momento
para se trazer à tona a dimensão estratégica da Cultura e sua capacidade de
fortalecer uma gama variada de bens e serviços de forte impacto social,
fundamental para o desenvolvimento local.

Desenvolvimento

Urbano

Sustentável

Sob vários aspectos, o início do século XXI e processo de globalização
intimou a todos a refletir sobre a necessidade de adoção de novas posturas
diante do planeta, seja em relação ao desenvolvimento urbano ou à própria
ideia de memória e identidade, assim como o estabelecimento de novas pautas
de ação conjunta, de responsabilidade global.
O estabelecimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável
(ODS), estabelecidos em 2015, inserem-se nesse contexto de repactuação
mundial, assim como a formulação de uma Nova Agenda Urbana (NAU),
documento adotado em outubro de 2016 na Conferência das Nações Unidas
sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável, conhecida como
Habitat III. Em 2012, o órgão gestor da Agenda 21 de Cultura apresentou um documento na Rio+20 propondo a Cultura como um quarto pilar do desenvolvimento sustentável para este século.
Contribuir para o reconhecimento que “o desenvolvimento urbano e a
gestão sustentáveis são fundamentais para a qualidade de vida do nosso povo
(Agenda 2030, artigo 34) e que “todas as culturas e civilizações podem
contribuir para, e constituem elementos cruciais de desenvolvimento
sustentável” (Agenda 2030, artigo 36), são os grandes desafios deste Eixo.

Memória & Identidade

A Constituição Brasileira de 1988 determina em seu artigo 216 que o
patrimônio cultural brasileiro é formado “por bens de natureza material e
imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à
identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade
brasileira”.
Como apenas alguns bens considerados significativos desse conjunto
são protegidos por lei é fundamental entendermos as diretrizes e os critérios
que envolvem esse processo de seleção, a fim de compreender quais
identidades estão sendo representadas e por quem, sem perder de vista que a
falta de proteção por parte do Estado não quer dizer falta de patrimônio, muito
menos falta de memória, de identidade ou de cultura.
A questão é complexa, sendo o desafio deste Eixo é promover um
debate sobre os diversos sentidos de patrimônio e a importância do
reconhecimento de suas diferentes formas de manifestação e representação,
processo fundamental para o fortalecimento de noções como pertencimento,
cidadania e desenvolvimento, essenciais não só para uma melhor organização
das cidades, como também da própria sociedade.

Cultura & Renda 

Em 2017, por ocasião do lançamento do “Atlas Econômico da Cultura
Brasileira” pelo antigo Ministério da Cultura, o então ministro Roberto Freire
declarou no site do próprio Minc: “(...) em vez de se cortar recursos da Cultura
em um momento de crise, é importante fazer o contrário: investir em Cultura
para movimentar a economia e fazê-la crescer”.
O cenário não era de pandemia, mas a crise atual, muito mais grave,
torna a afirmação do ex-ministro ainda mais atual e pertinente. Matéria
publicada no jornal Folha de S. Paulo em 3 de abril de 2020, avalia que o
impacto do coronavírus na área de Cultura, que responde a 2,64% do PIB
brasileiro, poderia ultrapassar os R$100 bilhões. Apesar da aprovação em
junho deste ano pelo governo federal da Lei Aldir Blanc, é preciso desenhar
políticas públicas específicas para o setor, que em 2018 empregou 5,2 milhões de
pessoas, segundo dados do IBGE.
Diante da forte crise econômica decorrente da pandemia, o desafio
deste Eixo é aproveitar a janela de oportunidade que se abre neste momento
para se trazer à tona a dimensão estratégica da Cultura e sua capacidade de
fortalecer uma gama variada de bens e serviços de forte impacto social,
fundamental para o desenvolvimento local.

Desenvolvimento

Urbano

Sustentável

Sob vários aspectos, o início do século XXI e processo de globalização
intimou a todos a refletir sobre a necessidade de adoção de novas posturas
diante do planeta, seja em relação ao desenvolvimento urbano ou à própria
ideia de memória e identidade, assim como o estabelecimento de novas pautas
de ação conjunta, de responsabilidade global.
O estabelecimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável
(ODS), estabelecidos em 2015, inserem-se nesse contexto de repactuação
mundial, assim como a formulação de uma Nova Agenda Urbana (NAU),
documento adotado em outubro de 2016 na Conferência das Nações Unidas
sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável, conhecida como
Habitat III. Em 2012, o órgão gestor da Agenda 21 de Cultura apresentou um documento na Rio+20 propondo a Cultura como um quarto pilar do desenvolvimento sustentável para este século.
Contribuir para o reconhecimento que “o desenvolvimento urbano e a
gestão sustentáveis são fundamentais para a qualidade de vida do nosso povo
(Agenda 2030, artigo 34) e que “todas as culturas e civilizações podem
contribuir para, e constituem elementos cruciais de desenvolvimento
sustentável” (Agenda 2030, artigo 36), são os grandes desafios deste Eixo.